sábado, 24 de setembro de 2011

ARTE POSTAL





A Arte Postal. Também conhecida pela expressão inglesa “Mail Art”, é uma forma de arte que utiliza objetos relacionados ao correio como meio. O termo Arte Postal pode se referir a uma mensagem individual, o meio pelo qual ela é enviada, ou a um gênero artístico. Ela se iniciou em meados do século XX na “Correspondance Art School” (Escola de arte por correspondência) de Nova Iorque e teve grande expressão nas decádas de 1970 e 1980.
A arte postal se caracteriza por ser um meio de expressão livre, no qual envelopes, telegramas, selos ou carimbos postais são alguns dos suportes em que é possível a expressão da sensibilidade. Os artistas utilizam, principalmente, técnicas como colagens, fotografia, escrita ou pintura. A única limitação real à utilização de diferentes técnicas e suportes é a possibilidade de envio dos trabalhos pelo correio.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

PINTANDO UM MUNDO MELHOR...








GUSTAVO ROSA (São Paulo, 1946) - Pintor figurativo é uma das figuras mais destacadas no campo das artes visuais brasileiras, um destaque que ele conquistou com sua pintura lúdica, irônica e mentalmente lúcida. Com um design singelo e pragmático ele cria as suas figuras, impertinentemente simplificadas, irônicas e brincalhonas, produtos de um humor gozador de todas as fraqueza humanas. Há muita crítica aguda em suas gozações, há muita lucidez discernidora em suas composições, ou melhor dizer, apresentações. O seu desenho é exato, matemático, singelo e irônico. A emotividade está no belo e puro colorido, embora contido e controlado. GUSTAVO brinca com nossas debilidades e insuficiências. ele goza de tudo com a participação de todos. Ele nos oferece o sorriso da ironia, às vezes a gargalhada sufocada.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

NOSSO PATRIMÔNIO: CONHECER E VALORIZAR

Mercado Público de Pelotas - 1847
 Teatro 7 de abril – 1831 
 Biblioteca Pública de Pelotas – 1878
 Residência da família Assumpção – 1887
  Escola de Belas Artes – 1881

   Pelotas, desde épocas remotas, foi aclamada como sendo uma cidade que possui um importante Patrimônio Cultural, que é o registro de tudo que diz respeito da vida de seu povo com seus costumes, suas crenças, seus objetos, sua arte, suas edificações. Tudo isso é fruto do comportamento e das ações das pessoas que passaram, viveram e nasceram aqui.
   Pelotas dispõe de um grandioso patrimônio cultural, que pode ser comprovado através dos exemplares arquitetônicos e das diversas edificações tombadas ou inventariadas como patrimônio histórico e cultural.
   Patrimônio Cultural é toda herança de um povo deixado por seus antepassados, quer dizer nossos avós, bisavós, tataravôs. É a nossa cultura, nosso prédios, nossas esculturas públicas, costumes, etc. ele pode ser dividido em Patrimônio Material e Patrimônio Imaterial.
   - Patrimônio Material: é tudo aquilo que podemos guardar, são os nossos bens. Ex: prédios, objetos de arte, fotografias, livros e etc.
   - Patrimônio Imaterial: é tudo aquilo que guardamos na memória. Ex: lendas, dança, música e etc.
   A preservação de um Patrimônio Cultural depende de nós. Devemos conservar para que nossa história seja conhecida por todos.

domingo, 5 de junho de 2011

GRAVURAS DE IBERÊ CAMARGO NO MALG

Malg recebe Iberê Camargo
O Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo (Malg) receberá a Exposição “Linha de partida: gravuras de Iberê Camargo”, no dia 2 de junho. A exposição poderá ser visitada até dia 17 de julho, de terça a domingo das 10 às 19 horas.
Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo
Endereço: Rua Gal. Osório, 725. Centro Pelotas.
Email: malg@ufpel.edu.br.

Artista de rigor e sensibilidade únicos, Iberê Camargo é um dos grandes nomes da arte do século XX. Autor de uma obra extensa, que inclui pinturas, desenhos, guaches e gravuras, Iberê nasceu em Restinga Seca, no interior do Rio Grande do Sul, em novembro de 1914, tendo passado grande parte de sua vida no Rio de Janeiro. Reconhecido por seus carretéis, ciclistas e idiotas, o artista nunca se filiou a correntes ou movimentos. Desde a juventude, mostrou-se atraído por personalidades independentes, como Guignard e Goeldi. Na Europa, estudou com mestres como Giorgio de Chirico, Carlos Alberto Petrucci, Antônio Achille e André Lothe. O pintor morreu aos 79 anos, em Porto Alegre, em agosto de 1994, deixando um acervo de mais de sete mil obras. Grande parte delas foi deixada a sua esposa, Sra. Maria Coussirat Camargo, e integra hoje o acervo da Fundação Iberê Camargo.


segunda-feira, 11 de abril de 2011

DELACROIX

A Liberdade guiando o povo (1830)
Museu do Louvre - Paris
A morte de Sardanápalos (1827)
Museu do Louvre - Paris
 A tomada de Constantinopla (1840)
Museu do Louvre - Paris
Batalha de Poitiers (1830)
Museu do Louvre - Paris
A barca de Dante (1822)
Museu do Louvre - Paris
Ferdinand Victor Eugène Delacroix - (Saint-Maurice, 26 de abril de 1798Paris, 13 de agosto de 1863) foi um importante pintor francês do Romantismo.
Delacroix é considerado o mais importante representante do romantismo francês. Na sua obra convergem a voluptuosidade de Rubens, o refinamento de Veronese, a expressividade cromática de Turner e o sentimento patético de seu grande amigo Géricault. O pintor, que como poucos soube sublimar os sentimentos por meio da cor, escreveu: "…nem sempre a pintura precisa de um tema". E isso seria de vital importância para a pintura das primeiras vanguardas.

sábado, 19 de março de 2011

ARTE NO CENTRO DE PELOTAS

A praça Coronel Pedro Osório e seu entorno constituem o centro histórico da nossa cidade. E é neste entorno cultural que podemos desfrutar de espaços de encontro entre público e obras de arte. São "Salas de Exposições" e um "Museu" onde podemos ter contato com o trabalho de artistas locais, nacionais e internacionais, com o intuito de facilitar a comprrensão da arte de Pelotas, do rio Grande do Sul, do Brasil e do mundo.


 Na praça Cel. Pedro Osório, nº 02 , no prédio do Centro de Cultura Adail Bento Costa, está localizada a sala de Exposições Inah D'Ávila Costa e também funciona no prédio a Secretaria de Cultura de Pelotas.


No Grande Hotel, na Pç. Cel. Pedro Osório, nº 51, encontramos as Salas de Exposições Antônio Caringi e Frederico Trebbi. (Quando o prédio sofre alguma reforma as salas vão para o salão de entrada da prefeitura).


Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo (MALG), órgão ligado ao Instituto de Artes e Design da UFPEL, foi fundado em 07/11/1986 e sua origem está associado a produção do pintor pelotense Leopoldo Gotuzzo. O MALG está localizado à rua Gen. Osório, nº 725 e o público para visitação de segundas a sextas-feiras das 9 h às 17:30 h e sábados das 14 h às 17:30 h.

sexta-feira, 4 de março de 2011

ARTE COM LETRAS

  artista: Alexander Daniloff
 artista: Marilá Dardot
  artista: Alexander Daniloff
 artista: Marilá Dardot
Arte digital ASC II

   Partindo da ideia de que as letras têm seu próprio desenho é possível transformá-las em objetos de arte ou que elas façam parte de uma obra de arte interativa. As letras do alfabeto também podem ser desenhadas de diferentes maneiras, podemos fazer letras grossas ou finas, traçá-las de forma arredondada ou com linhas retas. Podemos, ainda, fazer letras que se unem umas às outras (MONOGRAMAS) ou simplesmente deixá-las soltas. As turmas do 2º, 3º e 4º anos estão descobrindo esta forma de arte, descoberta que acrescenta no aprendizado de sala de aula de forma interdisciplinar, pois as letras são elementos do seu cotidiano diário.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A ARTE

O QUE É ARTE?
   É a criação humana com valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia, revolta, etc.) que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura.
QUEM FAZ ARTE?
   O homem criou objetos para satisfazer as suas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utensílios de cozinha. O homem cria a ARTE como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas.
QUAL A FUNÇÃO DA ARTE?
A ARTE pode ser feita para decorar o mundo, para espelhar o nosso mundo (naturalista), para ajudar no dia-a-dia (utilitária), para explicar e descrever a história, para ser usada no tratamento de doenças, para ajudar a explorar o mundo.
COMO ENTENDER A ARTE?
O que vemos quando admiramos uma obra de arte depende de nossa experiência e conhecimento, da nossa imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar.
PORQUE DEVEMOS APRENDER ARTE?
ARTE não é apenas básico, mas fundamental na educação de um país que se desenvolve e procura um ensino de qualidade. ARTE não é enfeite é conhecimento, é uma forma diferente da palavra para interpretar o mundo, a realidade, o imaginário e é conteúdo. E como conteúdo, a ARTE representa o melhor trabalho do ser humano.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

VALORIZANDO O NOSSO PATRIMÔNIO

   O gaúcho olha de longe para o horizonte. A figura imponente, o cinturão com a guaiaca, o xiripá, o pala nas costas, o chapéu preso ao barbicacho de couro, as boliadeiras enroladas na cintura, a lança e o relho seguros pela mão direita, o braço esquerdo que conduz a outra mão em posição de alerta, os pés firmes no chão, assim é o "Sentinela Farroupilha", escultura pública localizada no canteiro central da Pç. 20 de setembro, próximo a nossa escola. O artista que agraciou o bairro fragata com este monumento foi  Antonio Caringi, maior escultor gaúcho, que nasceu em nossa cidade em 18 de maio de 1905 e teve sua inspiração na cultura e nos cenários da terra onde nasceu para eternizá-las em suas obras de arte.
   Esta obra é uma das nove esculturas públicas que Caringi deixou para ser apreciada em nossa cidade, foi confeccionada em 1935 na Alemanha e foi trazida ao Brasil e inaugurada em 1936, feita de bronze, esta colocada sobre uma base de granito. Mas infelizmente o "Sentinela Farroupilha" pede socorro, o monumento apresenta danos por atos de vandalismo e falta de conservação.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Proposta Pedagógica 2011

Introdução:

É importante lembrar que, nos primeiros anos do ensino fundamental, a criança ainda não tem domínio sobre a forma e a representação gráfica. Ela mais faz experiências do que se expressa, testando alternativas e seus impactos.
Apenas com o passar do tempo é que adquire mais controle técnico sobre seus trabalhos, tornando-se capaz de planejar o que pretende, assim sendo, não há certo ou errado nessa área do conhecimento e o melhor caminho é despertar o espírito lúdico da criança apoiado pelo comprometimento do professor.

Objetivos:

Considerando a Arte como área do conhecimento e disciplina necessária à formação integral do aluno, podemos listar alguns objetivos específicos:
- Alfabetização visual, mostrando a Arte como uma linguagem, com elementos, signos, códigos e símbolos próprios;
- Possibilitar o reconhecimento de diferentes linguagens artísticas;
- Desenvolver a percepção sensorial e a motricidade fina;
- Formação de um espírito crítico e criativo;
- Promover o respeito às obras de arte, bem como aos artistas e as diversas manifestações artísticas;
- Desenvolver a imaginação;
- Ampliar o universo imagético e o vocabulário expressivo.

Justificativa:

Através de um procedimento lúdico a arte envolve tanto a experiência de apropriação de produtos artísticos, quanto o desenvolvimento da competência de configurar, de forma consciente, significações por meio da realização de formas “artísticas”. Portanto, quando as habilidades infantis são estimuladas, ajudam  no processo de aprendizagem, pois desenvolvem a percepção e a imaginação, recursos indispensáveis para a compreensão de outras áreas do conhecimento.

Cronograma ano letivo:

1º Ano
O fazer artístico
·         Criação de desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir de seu próprio repertório e da utilização dos elementos da linguagem das Artes Visuais: ponto, linha, forma e cor.
·         Organização e cuidado com os materiais utilizados na sala de aula.
·         Valorização de suas próprias produções, das de outros colegas e da produção de arte em geral.
·         Respeito e cuidado com os objetos produzidos individualmente e em grupo.

Apreciação em Artes Visuais
·         Conhecimento da diversidade de produções artísticas, como desenhos, pinturas, esculturas, construções, fotografias, colagens, ilustrações, etc.
·         Apreciação das suas produções e das dos outros alunos, por meio da observação e leitura de alguns dos elementos da linguagem plástica.

2º Ano

O fazer artístico
·         Criação de desenhos, pinturas, colagens, utilizando elementos da linguagem das Artes Visuais: ponto, linha, forma, cor, volume, espaço e textura, com vistas à ampliação de seu repertório pessoal.
·         Produção, exploração e registro de elementos e dos espaços bidimensionais e tridimensionais na realização de seus projetos artísticos.
·         Exploração e aprofundamento das possibilidades oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e suportes necessários para o fazer artístico.

Apreciação em Artes Visuais
·         Conhecimento da diversidade de produções artísticas, como desenhos, esculturas, fotografias, ilustrações, etc.
·         Reconhecimento dos elementos constituintes da linguagem visual: ponto, linha, forma, cor, volume, contraste, luz e textura.
·         Apreciação das suas produções e das dos outros alunos, por meio da observação e leitura de alguns dos elementos da linguagem plástica.
·         Leitura de obras de arte a partir da observação, narração, descrição, questionamentos e interpretação de imagens.
·         Apreciação de produções artísticas e estabelecimento de correlação com suas experiências pessoais.

3º Ano e 4º Ano

·         As artes visuais no fazer dos alunos: desenho, pintura, colagem, escultura, gravura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, histórias em quadrinhos.
·         Criação e construção de formas plásticas e visuais em espaços diversos (bidimensional e tridimensional).
·         Consideração dos elementos básicos da linguagem visual em suas articulações nas imagens produzidas (relações entre ponto, linha, plano, cor, textura, forma, volume, luz, ritmo, movimento, equilíbrio).
·         Contato e reconhecimento das propriedades expressivas e construtivas dos materiais, suportes, instrumentos, procedimentos e técnicas na produção de formas visuais.
·         Observação, estudo e compreensão de diferentes obras de artes visuais, artistas e movimentos artísticos produzidos em diversas culturas (regional, nacional e internacional) e em diferentes tempos da história.
·         Reconhecimento da importância das artes visuais na sociedade e na vida dos indivíduos.
·         Contato freqüente, leitura e discussão de textos simples, imagens e informações orais sobre artistas, suas biografias e suas produções.
·         Reconhecimento e valorização do patrimônio cultural.
·         Freqüência e utilização das fontes de informação e comunicação artística presentes nas culturas (museus, mostras, exposições, galerias, ateliês, oficinas).
Metodologia
Atividades práticas e teóricas que utiliza a mistura de produção, reflexão e apreciação de trabalhos artísticos, como defendem os próprios PCNs. O fazer artístico (produção) permite que o aluno exercite e explore diversas formas de expressão. A análise das produções (apreciação) é o caminho para estabelecer ligações com o que já sabe e o pensar sobre a história daquele objeto de estudo (reflexão) é a forma de compreender os períodos e modelos produtivos.
Avaliação:
A avaliação em Arte é um instrumento significativo no processo de aprendizagem, mas não pode constituir-se num mecanismo que iniba a expressão da criatividade do aluno, por isso serão avaliados pelas atividades práticas desenvolvidas em sala de aula, como também pelo empenho e comprometimento de cada um, respeitando os limites individuais, pois o importante não é o resultado final, mas sim o conhecer e o experimentar.

Bibliografia:

FERREIRA, Aurora. A criança e a arte: o dia-a-dia na sala de aula. Rio de Janeiro: Wak Ed., 2005.

OLIVEIRA, Jô. Explicando a arte: uma iniciação para entender e apreciar as artes visuais. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

STRICKLAND, Carol. Arte comentada: da pré-história ao pós-moderno. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

GARCEZ, Lucília. Explicando a arte brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

CUMMING, Robert. Arte em detalhes. São Paulo: Publifolha, 2010.